O que você deve fazer para aproveitar as visitas que seu site recebe: Conversão, a segunda fase do Inbound Marketing

Você está sozinho em casa no final de semana, de bobeira, e resolve fazer alguma coisa diferente para comer. Porém, não é o maior mestre cuca da sua galera. O que você faz? Joga no Google!

Sua pesquisa te levou a um blog de culinária que te ensinou a fazer um escondidinho de carne seca maravilhoso (deu até fome aqui), você fez, provou e ficou uma delícia. Daqui três dias você vai se lembrar do nome do blog que te ensinou?

Você pode até lembrar do que pesquisou no Google para chegar nele. Então, se algum amigo te pedir indicação você vai falar “joga no Google”, o que pode não levá-lo ao mesmo lugar onde você aprendeu.

Por que eu contei essa história? É simples. Eu fiz isso para te mostrar como é importante aproveitar todo o tráfego que você traz para o seu site.

Vamos supor que nessa sua experiência, nesse mesmo site, você tivesse visto um botão no final do blog com o texto “Quer receber mais receitas como essa? Assine aqui nossa Newsletter”. Já que você teve uma boa experiência, e aprendeu algo ali, com certeza ia se interessar por isso e deixar o seu e-mail.

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Exemplo de formulário de cadastro do Jornada Marketing Digital.

 

Quando um usuário converte em um site ele entra para a lista de contatos daquele site. Assim, se o site oferecer algum tipo de produto ou serviço, vai poder vender para ele através do remarketing, com a estratégia de relacionamento, que falaremos no próximo post.

Existem várias formas de converter os usuários em Leads, e criar uma lista de pessoas que são realmente interessados no que você entrega.

Exemplos de como converter usuários em Leads:

Mas antes, atenção: Usuários só se convertem em Leads se você entregar algo valioso para eles, por isso é importante entender quem é a sua Persona e que tipo de conteúdo você deve oferecer em troca desse contato. Por exemplo, se a receita fosse vegetariana, talvez não iria te atrair no exemplo do começo do post.

  1. Formulários

    • São os possibilitadores da conversão. Para que os visitantes se tornem oportunidades de negócio (Leads), eles precisam deixar o seu contato para que a empresa possa trabalhar o relacionamento. Por isso, utilizamos formulários de cadastros. Lembre-se de criar formulários usuais e dinâmicos. Seja objetivo e simples, ou seja, não vá pedir o CPF para uma pessoa que está lendo um artigo sobre receitas de bolo, pois isso dificultaria a conversão dele, fazendo-o desistir.
  2. Calls-to-Action

    • As CTAs, ou Chamadas para Ação, são um dos pontos mais decisivos da conversão do usuário. É aqui que você vai despertar a vontade no seu usuário de adquirir o conteúdo que você está oferecendo em troca do contato dele. Por isso, pense bem que tipo de botão de chamada você vai adicionar. Talvez um simples “Cadastre-se” funcione, mas é bem mais difícil um usuário desistir de converter quando lê “Cadastre-se e receba o e-book com dicas definitivas para emagrecer rápido!”, não é mesmo?!
    • Exemplo simples de Call-to-Action

  3. Landing Pages

    • As páginas de chegada do usuário. Quando você produz um conteúdo exclusivo, ou algum material especial que foge ao que seu blog oferece no seu dia-a-dia, é interessante criar um subdomínio no site, específico para esse produto. Essa página de captura, como também é chamada, é utilizada unica e exclusivamente para oferecer conteúdo em troca de material relevante. Veja esse exemplo da Resultados Digitais. A página serve só para entregar o conteúdo, sem empurrar nenhum produto ou serviço da empresa.
    • Usualmente, em Landing Pages, são oferecidos e-book, documentos, podcasts, dicas exclusivas ou qualquer informação que realmente agregue valor para o seu usuário. Lembre-se de focar em apenas uma coisa por Landing Page, pois de acordo com o livro A Arte da Escolha, muitas opções atrapalham a escolha das pessoas, e que uma quantidade maior de ofertas atrai mais tráfego, mas é só com uma quantidade menor de ofertas que existem mais vendas.

Certo, Rodrigo. Agora que eu tenho o contato eu posso mandar um e-mail vendendo meu produto, não é mesmo? ERRADO!

De acordo com uma pesquisa do Marketing Sherpa, cerca de 72% dos Leads recém capturados ainda não estão prontos para comprar. Vamos voltar ao exemplo do começo: se você se cadastrou para receber mais receitas e receber, no dia seguinte, um e-mail com um cardápio de carnes do blog para comprar online, as chances de você criar repulsa àquele site são bem grandes.

Por isso, o processo de Inbound Marketing não acaba aqui. Depois de atrair tráfego e converter os usuários em potenciais clientes, você deve se relacionar com eles e criar uma demanda para gerar vendas.

Não se desespere. Esse processo não acontece com um Lead por vez, nesse caso seria totalmente inviável. Quando completarmos o ciclo você vai entender como esse processo acontece em tempo integral e com centenas de usuários ao mesmo tempo, gerando, a longo prazo, um considerável aumento nas vendas.

Ficou com dúvida? Envie uma mensagem para gente.

Até o próximo post e um abraço,

Rodrigo.

 

Rodrigo Oliveira
Rodrigo Oliveira
Publicitário, apaixonado por resultados, marketing digital e networking.

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